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O que são marcas ativistas?

Marcas ativistas são consideradas as principais vozes de movimentos sociais ou ambientais, visando debater ou levantar pautas que sejam pertinentes na sociedade, e que de certa forma, contribuem para a evolução coletiva.

Empresas que estão por trás desses posicionamentos são ainda mais conhecidas pelo público com o passar do tempo, visto que mostram o interesse em questões que também são relevantes para seus clientes, agindo sempre de forma real.

Pessoas que passam por situações desconfortáveis, desde o momento em que saem de casa até quando adquirem um uniforme auxiliar de limpeza completo, por exemplo, podem ser sempre compreendidas por companhias que, de certa maneira, pensam nelas.

Essa preocupação agrega inúmeros benefícios para a marca, além de contribuir para o funcionamento de discussões, sendo então um elemento de via dupla com o ativismo. 

Pensando nisso, elaboramos este artigo. Para entender mais como funciona o ativismo de marca e o que esse posicionamento pode agregar em uma marca, acompanhe a leitura.

O que são marcas ativistas?

As marcas ativistas são conhecidas como idealizadores de discursos em prol de movimentos sociais, que a cada ano ganham mais espaço no dia a dia da sociedade.

Essa tendência pode ser verificada desde notícias em computador novo, até grupos de WhatsApp e outras redes sociais, transformando o posicionamento do público.

Mas, antes de entender mais a respeito, é preciso compreender que a cada década ou após determinados acontecimentos, a sociedade promove discussões e questionamentos sobre diferentes questões, que quase sempre envolvem o ser humano e o meio ambiente.

Algumas dessas questões podem ser:

  • Raciais;
  • Sociais;
  • De gênero;
  • Ambientais;
  • Dentre outros.

Sobre este primeiro, podemos ver, por exemplo, que nos últimos anos muitas pessoas passaram a exigir mais opções de produtos de hidratação para cabelos cacheados, algo que quase não era encontrado em mercados e no setor de cosméticos em geral.

Uma possível simples falta de produto significa um grande vazio na representatividade de pessoas com cabelos crespos ou cacheados, favorecendo aquelas com cabelos lisos. Isso fica ainda mais compreensível quando entendemos mais sobre a história de nosso planeta.

Desde muito tempo atrás, em épocas de descobrimento de territórios, os negros foram escravizadas em seu país de origem por conta de sua cor, e obrigadas a se desfazerem de crenças, culturas e hábitos para não possuírem identidade alguma.

Isso fez com que grande parte dos costumes e características que são próprios de negros fossem sendo ignorados pelas pessoas dentro de uma sociedade, assim como pelo mercado, que ainda as via como pessoas “inferiores”.

Essa questão racial foi sendo desenvolvida e se transformando em uma perpetuação da intolerância e do preconceito, assim como outras questões, como a não inclusão de indígenas e orientais, e ainda, a falta de consideração por pessoas deficientes.

Além disso, outras discussões paralelas a situações como estas, como a preocupação com o meio ambiente, passaram a fazer parte de nosso dia a dia, visto que muitos lugares do mundo estão sofrendo com questões climáticas, por exemplo, como o aquecimento global.

Por que o ativismo de marca está ganhando força?

Até aqui você já entendeu por que algumas questões passaram a ser mais discutidas, já que sempre apresentaram problemas, mas foram crescendo no mundo sem uma resolução própria, prejudicando ao máximo cidadãos em um modo pessoal e digno.

Tudo vem ganhando cada vez mais força ao longo dos últimos anos justamente por conta de acontecimentos que vão provocando questionamentos de toda a sociedade, além de uma maior compreensão coletiva sobre problemas do passado.

À medida que crescemos e evoluímos, nos informamos e compreendemos tudo ao nosso redor, passamos a questionar mais o que achamos estar caminhando em um movimento contrário, e nisso também entra a insatisfação de grupos culturalmente excluídos.

Além disso, tudo se tornou ainda mais discutível com a melhoria e implementação de novas formas comunicacionais, que ampliaram as conversas em todo o mundo, levantando pautas e colocando em evidência a opinião de muitas pessoas.

A presença de discussões e levantamento de opiniões como forma de debate e entendimento sobre ativismos tem sido uma das principais preferências para as novas gerações, pessoas nascidas em uma década onde a isenção não pode acontecer.

O ativismo, assim como está presente nos debates e conversas de amigos, deve ser uma questão pertinente dentro de marcas e empresas, já que além de constituírem um todo social, são responsáveis pela parte de movimentar a estrutura de um lugar.

Movimento sociais são questões que necessitam de vozes ativas, de visibilidade e, principalmente, de oportunidades para serem colocadas em evidência e trabalhadas, e nada melhor do que empresas para ajudarem neste feito, como uma empresa de motoboy.

Logo, companhias que apoiam e procuram auxiliar pessoas e movimentos, com um intuito de provocar debates e mudanças na estrutura da sociedade, acabam por ser consideradas pelo público como relevantes, visto que entregam mais valor além de vendas.

Para o público mais jovem, líderes de movimentos que pregam o respeito e o entendimento sobre a inclusão de minorias em uma propaganda, por exemplo, de grupos de movimento social, a participação de empresas se torna essencial para a ação de compra.

É muito mais fácil que uma sala de reunião para alugar se torne interessante para o cliente se a empresa por trás desse empreendimento optar por trabalhar apoiando funcionárias negras, promovendo uma ação positiva em relação ao mercado desigual.

Ouvir esse público, e principalmente agir de forma verdadeira, sem utilizar de causas para autopromoção, é uma das principais formas de uma marca ser considerada relevante atualmente, visto que se integra em assuntos atuais.

Conheça algumas bandeiras do ativismo

Veja a seguir algumas das principais lutas dentro dos movimentos ativistas, e entenda sobre como cada uma delas é importante e necessária para a evolução da sociedade como um todo, além de como pode agregar um novo olhar para o ativismo de marca.

1 – Lutas raciais

Uma das principais lutas, que já acontece há séculos em diferentes países, são as raciais, que buscam maior participação de pessoas negras, indígenas e orientais no mercado do trabalho, respeito e direitos, bem como o reconhecimento de sua cultura e história.

Em um recorte brasileiro de pessoas negras, que há anos vem tentando ter a sua cultura respeitada, ao mesmo tempo em que tentam diariamente lutar contra o preconceito e a exclusão ainda existente, causando enormes desigualdades.

Uma das melhores forma de lutar contra isso é estabelecer uma maior participação de trabalhadores negros no mercado, estudantes nas escolas e universidades, além de mais oportunidades em aula de ballet criativa e outras empresas.

2 – Lutas de gênero

Sendo também um movimento antigo, a luta pelo direito feminino segue em pauta há décadas em diferentes lugares do mundo, conseguindo alguns feitos, mas ainda passando por percalços fortes dentro do corpo social.

O preconceito com a mulher, principalmente sua inferiorização diante de figuras masculinas causa, assim como em movimentos raciais, crimes, poucas oportunidades, falta de respeito e valorização, além de profundos desgastes pessoais.

3 – Lutas ambientais

As lutas ambientais, apesar de necessárias, quase sempre são esquecidas por grande parte da sociedade na maior parte do ano, sendo lembradas apenas em dias comemorativos ou quando grandes catástrofes acontecem.

A importância com o meio ambiente se tornou não apenas uma discussão sobre o futuro, mas sim, sobre o presente, visto que as próximas gerações já irão sentir questões climáticas e atmosféricas, que podem se estender à comportamentos e alimentação.

Para sanar muitos problemas, cientistas e pessoas interessadas na causa têm apresentado soluções que podem ser incorporadas no dia a dia de muitas pessoas, visando uma melhoria em sistemas de instalação elétrica externa que respeitem o ambiente.

Também é possível encontrar cada vez mais pessoas que se tornaram adeptas à novas formas de viver a vida, evitando o consumo de carne animal, que acelera processos de poluição na terra, além de outras opções de vida sustentável.

4 – Apoio aos deficientes

Por muito tempo, as pessoas portadoras de alguma deficiência eram deixadas à mercê de exclusão completa na sociedade, sendo impossibilitadas de viver vidas normais, apesar das dificuldades.

Isso fica nítido quando o mercado não considera a entrada de deficientes em empresas e não realiza adaptações como a instalação de rampas, e até mesmo em escolas, quando professores e estudantes não integram um PCD.

Isso fez com que, ano após ano, essas pessoas fossem excluídas e impossibilitadas de viverem vidas normais, apesar de suas limitações. 

Com o movimento de ativismo, cada vez mais oportunidades e busca pelo respeito integral se tornaram uma pauta em frequente discussão, que certamente podem ser utilizadas por marcas ativistas.

Conclusão

Empresas dos mais diversos ramos, como uma fábrica de modeladora de pão devem ter em mente que a participação próxima em movimentos, junto a seus clientes, também é uma forma de relacionamento e de relevância da empresa.

Afinal, trata-se de uma situação real e que realmente se une aos propósitos da companhia.

Por isso, podemos entender que marcas ativistas, que se comprometem com mudanças e soluções na estrutura de grandes problemas sociais, fazem mais do que apenas vender um produto ou serviço, sendo consideradas como autoridades para o público.

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