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O que é Motion Graphics?

MIV
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Procurando uma forma de se reinventar e atender as demandas da sociedade atual, cada vez mais conectada e impulsionada por aparelhos eletrônicos para entender mensagens com menos informações, os designers passaram a investir no Motion Graphics.

Ainda que esta não seja uma técnica recente, já que aparece desde filmes de cinema antigos, o Motion tem sido progressivamente remodelado, dando espaço a obras do design que se misturam com o audiovisual, trazendo melhores experiências para os usuários.

O sucesso é tanto que até mesmo em um notebook novo as funções gráficas mais recentes remetem a essa técnica, trazendo dados importantes e usabilidades a serem cada vez mais interessantes para os consumidores de todo o mundo.

Neste artigo, vamos entender mais sobre como o Motion Graphics têm trazido uma visão interessante para o design atual, auxiliando empresas a conversarem melhor com seus públicos, por meio de criações cativantes e altamente contemporâneas. Acompanhe!

O que é Motion Graphics?

O Motion Graphics significa, em português, “gráficos em movimento”, algo similar aos que vemos em filmes e em produções cinematográficas, onde elementos passam a se movimentar, originando novos, sempre passando alguma informação. São eles:

  • Círculos;
  • Textos;
  • Frases;
  • Linhas;
  • Ícones.

Essa é a principal característica do Motion Graphics: trazer a um usuário novas experiências por meio de um design animado, saindo das esferas tradicionais para adicionar mais vida e menos apego a técnicas do passado, onde as artes não se moviam.

Se procurarmos, podemos ver o Motion em diferentes exemplos, sendo um deles, talvez o mais conhecido, no cinema e em campanhas publicitárias. 

No início de um filme ou no término dele, é possível vermos letras e informações se movimentando, aparecendo e desaparecendo.

É como se pegássemos uma impressão digital colorida e dássemos vida a ela, incorporando movimentos próprios como nosso corpo produz, trazendo um frescor e um interesse imediato por parte daqueles que estão consumindo aquele conteúdo.

Essa maneira de desenvolver uma criação passou a fazer mais sentido nos últimos anos, com uma nova demanda de mercado de consumo de informações, vista principalmente pelas redes sociais e pelo uso de aparelhos eletrônicos para tal serviço.

Dentro desses espaços inovadores, cada vez mais informações e dados surgem na tela do usuário, fazendo com que ele apenas se interesse pelo que de fato lhe chama atenção, como em um vídeo animado sobre uma aula de canto iniciante.

Mas, ainda dentro dessa esfera, mais e mais pessoas estão atentas a poucas campanhas e propagandas, e as que elas param para prestar atenção devem ser utilitárias ao máximo, ou seja, trazendo as informações necessárias de forma perspicaz e inteligente.

Essa consideração fez com que muitos designers nos últimos anos passassem a investir no Motion, uma maneira de manter as artes criadas, porém, dando um outro sentido a elas. 

De maneira geral, cinco artes podem se transformar em um vídeo informativo, conforme veremos mais adiante.

Tipos de Motion Graphics

Seja nas redes sociais, em campanhas no audiovisual ou até mesmo em aplicativos, as criações de Motion podem ser as mais diversas, sempre sendo projetadas para um objetivo em específico. Veja a seguir algumas das principais técnicas:

1 – Estilo 3D

Como o próprio nome diz, o estilo 3D traz para a criação de design uma pegada cada vez mais ousada em sentidos gráficos, projetando um objeto, uma frase ou até mesmo uma animação completa por meio de sombras, texturas e outros recursos.

Essa é uma boa opção para produções de audiovisual mais voltadas para a ficção, que visa causar impacto e levar o usuário para uma esfera imaginativa, como em um filme sobre um jardim de infância idade.

2 – Flat

Esse talvez seja o estilo considerado mais divertido para quem produz materiais para redes sociais e até mesmo para setores corporativos. Utilizando o mínimo de detalhes e uma estruturação eficiente de comunicação, essa é uma forma de chamar bastante atenção.

Basicamente, no flat o design parece plano, como o próprio nome sugere, trazendo poucas sombras ou luzes, quase como uma produção minimalista. Nessa ocasião, é importante aproveitar o jogo tanto de palavras quanto da estrutura de um desenho.

3 – Traços infantis

Nesse estilo, são consideradas as cores como as principais formas de chamar a atenção do usuário, trazendo um considerável foco para as formas e os ícones, que quase sempre são desenhos ou até mesmo frases com formatos divertidos.

O foco quase sempre são crianças, pessoas mais atentas a sinais coloridos, como em placas informativas personalizadas, onde algo de iluminado e com um formato diferente prevalece, fazendo com que a informação chegue de maneira mais enfática. 

4 – Retrô

Partindo do princípio do flat design, o Motion com pegada retrô tende a trazer elementos que lembrem culturas visuais de épocas passadas, como curvas mais acentuadas, cores mais voltadas ao pastel, e outros elementos específicos de algo que não é moderno.

Quase sempre essa é uma opção voltada para a identificação de um negócio, que pode utilizar o estilo para trazer dados e informações próprias, conectando-se com o público por meio de uma memória, ou um pensamento nostálgico.

5 – Whiteboard Animation

Esse estilo é inspirado nos professores em sala de aula, levando em consideração o nome da técnica, que em tradução livre significa “animação em quadro branco”.

Assim, o conteúdo é animado em um quadro branco de forma a parecer que está sendo escrito ou desenhado por alguém.

Qual a importância dessa técnica?

Uma das principais importâncias do Motion para a comunicação é justamente sua facilidade de reprodução, o que estimula não apenas as empresas, mas também os designers que trabalham nessas peças, focando nos melhores resultados com o público.

Por exemplo, um rótulo alimentar desenvolvido para redes sociais por meio de Motion poderá informar melhor do que um tradicional, visto que as informações são praticamente guiadas pelo movimento da animação, sempre pensando de forma funcional.

Essa identificação, no entanto, vem antes mesmo do consumo do material, visto que o Motion é, de longe, uma forma de design chamativa, trazendo mais interesse para que pessoas de fato parem o que estão fazendo para interagir com a criação.

Essa é uma maneira excelente de manter contato com o público na venda de um produto ou serviço, pois com base na movimentação online, são muitas as empresas concorrentes, além de páginas que o usuário tende a preferir em redes e plataformas com flyer digital.

Por isso, sempre que bem produzido e estrategicamente reproduzido em um lugar de fácil acesso a um público, esta poderá ser uma grande aliada de comunicações mais interessantes e cada vez mais memoráveis, algo fora da curva em um sentido geral.

Como começar a desenvolver um Motion Graphic

Assim como o resultado que agrega às comunicações onde aparece, o Motion Graphic não é um formato de design difícil de ser projetado, pelo contrário. Seguindo passos básicos, guiados por um objetivo principal, é possível criar as melhores animações.

Para isso, segue abaixo o que você deve se atentar a começar a concepção de um Motion, sendo consistente durante toda sua produção:

Defina um objetivo

Antes de mais nada, é preciso definir um objetivo em especial. Você quer uma comunicação de venda focada para uma empresas de entregas? Ou a ideia principal é fazer com que as pessoas criem maior percepção da marca?

Tudo o que for debatido com sua equipe deverá ser considerado no momento em que a cabeça do Motion for criada, evitando que erros possam levar o projeto para uma outra direção, onde o propósito pensando não será o foco.

Crie um guia com ponto principal

Nessa etapa é fundamental criar um rascunho de como o propósito e as ideias de comunicação poderão existir. Elabore um personagem ou até mesmo utilize um ícone como centro de sua concepção, pois vai facilitar todo o processo criativo.

Um exemplo disso é uma empresa de cosméticos, que parte da criação de uma personagem para a compreensão sobre as falas que serão colocadas em uma campanha, e o que cada uma pode ter de importante para o aumento de vendas.

Saiba os recursos a serem usados

Aqui é com você! Seja livre e também estratégico ao escolher as melhores ferramentas para tirar o projeto do papel e fazer com que a sua animação crie vida. Quanto mais dinâmica e inteligente for a sua criação, mais interessante ela será aos olhos do público.

Considerações finais

O Motion Graphics vem sendo visto como uma alternativa para que designers e comunicadores no geral encontrem as formas mais criativas para conversar com seus clientes, expondo suas ideias, propósitos ou até mesmo criando uma relação com eles.

Por meio de uma característica onde a criatividade cria alianças com a usabilidade, o Motion consegue chegar aos usuários como uma forma refinada de fazer design, sugerindo alternativas para algo que antes era apenas visto em uma arte, ou em um pedaço de papel.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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