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Como evitar picada de mosquito e pernilongo nos pets?

Para além de alergias de pele, os animais podem desenvolver doenças como miíase e berne com a picada de insetos.

Muita gente tem a errônea impressão de que animais como cães e gatos não sentem a picada de um inseto ou, mais ainda, não têm efeitos como nós, humanos — coceira, vermelhidão, alergia, etc. Saiba que os nossos pets também estão suscetíveis a esse tipo de incômodo.

E mais que isso, a picada de alguns tipos de mosquitos transmitem doenças que podem levar o animal à morte, se não tratadas a tempo. Para tanto, é super necessário a adoção de medidas preventivas, a exemplo das coleiras repelentes, que geralmente também têm ação antipulgas, bem como o uso de repelentes.

Vale ressaltar que é sempre bom consultar o médico veterinário para conferir qual é o melhor método a ser usado no seu pet, ainda mais se você vive numa região onde a presença de mosquitos e pernilongos é algo constante ou ainda se você pretende viajar para um lugar assim com seu bicho de estimação.

Muito além da coceira

Após desmistificar a história de que cães ou gatos não sentem picadas de insetos (o detalhe é que cada animal vai reagir de uma determinada forma, assim como tem quem sinta mais ou menos alergia, por exemplo), é preciso ressaltar que existem doenças que podem ser transmitidas, principalmente por mosquitos.

Uma das mais perigosas é a dirofilariose, doença causada por um parasita parecido com a lombriga, mas que é transmitido através da picada de um mosquito contaminado. O maior problema é que a doença é silenciosa e, pouco a pouco, pode levar ao entupimento da cavidade cardíaca e, consequentemente, à morte.

Além da dirofilariose, a leishmaniose também é uma das patologias mais graves que acomete principalmente os cães e é transmitida pelo mosquito-palha (comuns em lixões e lugares com material em decomposição). Nesse caso, o uso correto do repelente associado à vacina é a melhor forma de prevenção.

Isso sem falar de doenças como miíase e berne que se manifestam a partir do depósito de larvas de moscas no animal. Essas larvas, após eclodirem, as larvas passam a se nutrir a partir dos tecidos vivos e mortos do seu hospedeiro, causando úlceras e feridas na derme.

Todas essas doenças, apesar de distintas, têm duas coisas em comum: são transmitidas por insetos e podem ser inibidas com o uso de repelentes específicos para animais. A seguir você vai conhecer os principais tipos e como usá-los para garantir a proteção do seu companheiro de quatro patas.

Coleira repelente

A ação da coleira repelente é a mesma da coleira antipulgas, já que seu objetivo é afastar a presença de determinados insetos. Por vezes, a mesma coleira possui a função de repelir moscas, mosquitos, pernilongos e abelhas, enquanto que afasta pulgas e carrapatos.

A depender do fabricante, a ação dessa coleira gira entre seis a oito meses (a depender do fabricante) e não deve ser retirada do animal antes desse período.

Pipeta repelente

Com ação semelhante à coleira, a pipeta deve ser aplicada na nuca do animal a cada 30 dias. Lembre-se que, sendo um inseticida, o animal não pode jamais lamber ou ingerir esse tipo de substância, então, cuidado na hora de administrá-la.

O efeito prolongado faz com que o uso da pipeta repelente seja uma ótima alternativa, além, é claro, da praticidade.

Spray repelente

Outra alternativa é usar um spray repelente, ainda mais em lugares onde a presença de insetos é muito forte e constante. Mas atenção: é preciso que seja um spray repelente com fórmula específica para pets. Nada de passar o seu repelente de humano no animal.

De uma forma geral, esse tipo de spray é feito à base de citronela, mas deve ser aplicado com cuidado para não atingir regiões como focinho e olhos do animal.

Repelente eletrônico

Essa peça também tem que ser específica para animais, caso contrário pode fazer mal a eles. Isso porque ela emite um ultrassom que faz com que os insetos se afastem instantaneamente.

Para tanto, basta ligar o aparelho na tomada. Seu uso, porém, é recomendado em conjunto com a coleira ou a aplicação da pipeta.

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