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4 dicas para evitar a obesidade felina

Saiba o que fazer para impedir que seu gato fique obeso. 

Os gatos são animais de estimação conhecidos por sua agilidade e astúcia, características essas que deveriam ser sinônimos de saúde. No entanto, muitos bichanos estão perdendo esses atributos devido à obesidade, que tem acometido entre 25% e 30% da população felina.

Embora muitos tutores gostem de ver o seu pet “fofinho”, isso jamais deve ser incentivado, pois, gatos acima do peso podem desenvolver sérios problemas de saúde. Por esse motivo, é importante fazer de tudo para evitar essa condição e uma boa dica é optar por uma dieta mais saudável, que inclua a ração seca.

O que é a obesidade felina?

A obesidade felina é definida basicamente como um acúmulo excessivo de gordura corporal, assim como ocorre com os seres humanos. Em linhas gerais, o gato é considerado com sobrepeso quando ele está 10% acima do seu peso ideal e é classificado como obeso quando esse número varia de 15% para cima.

Principais causas

A obesidade felina pode ser causada por uma série de fatores, mas todos eles estão relacionados com a forma que o animal é domesticado. Isso porque temos o costume de deixar o bichano preso em casa e alimentá-lo apenas com ração.

Mantê-lo em casa é até aconselhável — especialmente para prevenir doenças, brigas com outros gatos, envenenamento e atropelamento —, porém todo esse confinamento acaba resultando em preguiça, sedentarismo, menos exercícios e, consequentemente, obesidade.

Por fim, além do sedentarismo natural consequente da domesticação, os felinos costumam se alimentar de rações secas e petiscos que, na maioria das vezes, são alimentos industrializados com alto teor de gordura, carboidratos e sódio, fazendo com que o animal engorde ao consumi-los em excesso.

Quais problemas de saúde são decorrentes da obesidade felina?

Como foi dito anteriormente, a obesidade em gatos pode causar sérios problemas na saúde do animal, especialmente na fase adulta. Confira, a seguir, os principais problemas de saúde que os bichanos podem enfrentar devido à doença:

  • Cansaço excessivo;
  • Sedentarismo;
  • Doença hepática (fígado gordo);
  • Doenças ósseas e articulares, como a artrite;
  • Diminuição do consumo de água, podendo ocasionar em problemas renais;
  • Diabetes;
  • Hipertensão;
  • Diminuição nos níveis de limpeza corporal que é tradição dos felinos, podendo causar problemas dermatológicos.

Mas afinal, o que fazer para evitar a obesidade em gatos?

Prevenir a obesidade é bem mais fácil do que tratá-la. No entanto, para conseguir esse feito, é preciso realizar algumas mudanças de hábitos no animal, especialmente acerca da alimentação e do sedentarismo.

Contudo, muitos tutores não sabem como inserir novos hábitos na vida dos pets, principalmente depois de adultos. Por isso, resolvemos facilitar essa tarefa para você e desenvolvemos uma lista com 4 dicas ótimas para evitar a obesidade felina. Veja, abaixo.

1. Limite a quantidade de ração diária do pet

A primeira coisa a se fazer é definir um limite diário de alimento que será oferecido ao animal. A quantidade pode ser determinada conforme as orientações feitas pelo fabricante — que costumam vir na embalagem da ração — ou também pode ser individualizada pelo veterinário em que o pet costuma ser consultado.

2. Evite os tradicionais petiscos 

Os petiscos tradicionais costumam conter excesso de calorias, o que contribui bastante para o ganho de peso. Por esse motivo, uma boa dica é optar pelos petiscos mais saudáveis e menos calóricos, como biscoitinhos lights e palitos de legumes cozidos.

3. Estimule o pet a fazer atividades físicas

Essa tarefa é bem simples: basta levar o seu amigo de quatro patas para passear em uma praça ou parque para que ele consiga eliminar algumas calorias e também evitar o sedentarismo.

4. Faça o gato “caçar” o alimento

Há, atualmente, diversos brinquedos disponíveis no mercado que liberam a comida gradualmente. Portanto, uma boa dica é colocar um pouco de comida nesses brinquedos e escondê-los pela casa. 

Dessa forma, o animal irá ficar “caçando” a comida pela casa e, ao mesmo tempo, terá outras vantagens como entretenimento, atividade física e satisfação, visto que comerá mais lentamente.

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